sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Quatro razões para se rejeitar o 'novo' Rosário - Pe. Fabrice Delestre, FSSPX

Xilogravura do século XVI representando os 15 mistérios do Rosário



1 – O Rosário, tal como ele foi recitado desde a época de São Domingos (entre 1170 e 1221), ou seja, desde oito séculos, deu inumeráveis provas de sua eficácia sobrenatural, tanto no plano individual (é um instrumento poderoso de santificação, graças ao qual o Céu se povoou e se povoará até o fim do mundo de inumeráveis eleitos), como no plano social e político, assegurando a vitória da Cristandade sobre os inimigos da verdadeira Fé (cátaros, muçulmanos e protestantes em particular: toda a história da Igreja desde o século XIII testemunha isto). Portanto, já que o Santo Rosário mostrou sua perfeita eficácia durante oito séculos, assegurando a salvação das almas e da Igreja militante, não há nenhuma razão para modificá-lo substancialmente. Além disto, nas últimas aparições de Fátima, reconhecidas pela Igreja, às quais o Papa (João Paulo II, n.d.t.), se refere na sua carta apostólica (Rosarium Virginis Mariae, §7), a Santíssima Virgem pede, em cada uma de suas aparições, a recitação quotidiana do Rosário tal como sempre se praticou.

Mistérios Luminosos ???

"Não é possível expressar quanto a Santíssima Virgem estima o Rosário sobre todas as demais devoções, e quão magnânimo é ao recompensar os que trabalham para pregá-lo, estabelecê-lo e cultivá-lo. Recitado enquanto são meditados os mistérios sagrados, o Rosário é manancial de maravilhosos frutos e depósito de toda espécie de bens. Através dele, os pecadores obtêm o perdão; as almas sedentas se saciam; os que choram acham alegria; os que são tentados, a tranqüilidade; os pobres são socorridos; os religiosos, reformados; os ignorantes, instruídos; os vivos triunfam da vaidade, e as almas do purgatório (por meio de sufrágios) encontram alívio. Perseverai, portanto, nessa santa devoção, e tereis a coroa admirável preparada no Céu para a vossa fidelidade”. (São Luís Maria Grignion de Montfort)


Meditação para receber o Santíssimo Sacramento


Primeiro ponto: Considerar quem é Aquele que vou receber, e como quanto à divindade é igual ao Pai Eterno, e como enquanto homem é o mais ilustre de todos os homens.

Segundo ponto: Considerar de onde vem: do Céu. Considerar que me faz maior dom do que fez aos Apóstolos na quinta-feira da Última Ceia. E hei de me confundir trazendo à mente o que eu faria se estivesse esperando um amigo ou irmão que viesse me ver de terras longínquas, ou se o Papa ou o Imperador tivessem vindo me ver, e o pouco que faço com a vinda de Jesus Cristo, do Céu à minha alma.

Terceiro ponto: Ver como Ele vem. Considerarei como, tendo me dado todas as criaturas, Ele mesmo disfarçado se dá a mim em uma delas, fazendo-se pequenininho, conforme a minha pequenez.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

As 62 razões para não assistir à Missa Nova


PUBLICADO EM SET 20, 2009 EM ESCRITOS E CONFERÊNCIAS, ESPECIAL CAMPOS,ESTUDOS CRÍTICOS, FOLHETOS, MISSA NOVA, NTODOS OS ARTIGOS DO SITE, TRADIÇÃO X VATICANO II

Por que a Missa Tradicional Latina? Por que NÃO a Nova Missa?

- Baseado nas sessenta razões expostas por 25 padres diocesanos da diocese de Campos, Brasil.


De Deus não se zomba, com Deus não se brinca.

Gálatas 6:7 “Não vos enganeis: de Deus não se zomba. O que o homem semeia, isso mesmo colherá.”

Nesta quarta-feira (26/09) a Revista Placar publicou em seu site a capa da edição de outubro que chega às bancas na próxima sexta-feira.

Edição que traz uma grande blasfêmia contra Nosso Senhor Jesus Cristo, tendo como lema: A “crucificação de Neymar” e uma montagem do atleta em uma cruz. 

Um verdadeiro desprezo contra Nosso Divino Salvador, zombando dEle ao comparar simples “perseguições” num esporte contra um jogador de futebol (que aliás recebe milhões para isto) com o Verdadeiro Sofrimento na Cruz de Jesus Cristo, que não fez nada por dinheiro, fama, ou algo semelhante; mas tudo por AMOR e pela Nossa SALVAÇÃO. É incomparável! Nada neste mundo pode ser um fio de cabelo parecido com o que Nosso Senhor passou na Cruz!

Adúlteros! Hipócritas! Imorais! Ignorantes! Infelizes! Desgraçados! Não sabem que se não fosse pelos méritos de Cristo nós nunca poderíamos alcançar a Vida Eterna? Como tem a coragem de proferir tão grande blasfêmia contra aquEle que deu a Vida por todos nós? "Pai, perdoa-os. Eles não sabem o que fazem."

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

O que Perdemos... e o Caminho pra Restauração

Entenda as consequências e mudanças trazidas pelo Concílio Vaticano II e pela 'Missa Nova' (Novus Ordo) de Paulo VI, e como impactaram a Liturgia, os Sacramentos, a estética das Igrejas, a arte e a Fé dos Católicos. As cenas e pessoas mostradas são reais, mas o vídeo não pretende ser injusto, impreciso ou difamatório. Vídeo produzido unicamente com o propósito crítico-informativo, para reflexão e tomada de ações para a Restauração da Tradição da Igreja.

As Sete Portas do Inferno - Introdução

Excerto do Livro
O Pequeno Missionário
Pe. Guilherme Vaessen
Livro de 1953

Introdução
1ª Porta: A Impureza
2ª Porta: O Furto
3ª Porta: A Profanação do Dia do Senhor
4ª Porta: A Embriaguez
5ª Porta: A Má Educação dos Filhos
6ª Porta: O Protestantismo
7ª Porta: O Espiritismo


DESPERTADOR DA ALMA

Há um inferno.

1º. A Sagrada Escritura nos diz que há um inferno. Jesus Cristo disse: não temais os que podem matar o corpo, temei os que matam o corpo e a alma e os precipitam no inferno. — Se vosso olho, vossa mão, vosso pé vos escandalizam, — isso é, são para vós ocasião de cometerdes o pecado, — arrancai-os e lançai-os longe de vós, para não cairdes no inferno. — O rico avarento foi sepultado no inferno e do meio de seus suplícios bradava: Estou atormentado horrorosamente nas chamas devoradoras, dai-me uma gota de água para refrescar a língua. — No dia do juízo Jesus dirá aos condenados: — Ide, malditos, para o fogo eterno. — São claras estas palavras. Ou há um inferno ou o Evangelho é mentira. Há um inferno ou Jesus nos engana.

As Sete Portas do Inferno - Primeira Porta: A Impureza

Excerto do Livro
Primeira Porta do Inferno

A Impureza



Não erreis, disse São Paulo, os impuros não herdarão o céu. A impureza é o amor desregrado dos prazeres da carne. Pensar voluntariamente em coisas desonestas; desejar praticar, ver, ouvir coisas escandalosas; dizer palavras, ter conversas imorais, ler livros obscenos, olhar gravuras, espetáculos, pessoas indecentes; permitir-se consigo ou com outras pessoas liberdades criminosas; praticar no sacramento do matrimônio o que a moral cristã proíbe... são pecados contra a pureza.

Dirão alguns: isso é pecado pequenino. Pequenino? Mas é pecado mortal. Diz Santo Antonino que é tal a corrupção que faz lavrar este pecado, que nem os próprios demônios podem sofrê-lo, e acrescenta o mesmo santo que, quando se cometem semelhantes torpezas, até o demônio foge de vê-las.

As Sete Portas do Inferno - Segunda Porta: O Furto

Excerto do Livro
O Pequeno Missionário
Pe. Guilherme Vaessen
Livro de 1953


Introdução
1ª Porta: A Impureza
2ª Porta: O Furto
3ª Porta: A Profanação do Dia do Senhor
4ª Porta: A Embriaguez
5ª Porta: A Má Educação dos Filhos
6ª Porta: O Protestantismo
7ª Porta: O Espiritismo


Segunda Porta do Inferno
O Furto




Não erreis, diz o mesmo apóstolo, os ladrões não herdarão o reino de Deus.

O furto consiste em tomar, sem razão legítima, o alheio, às escondidas do dono. A rapina é um furto praticado à força na presença do dono.

A fraude consiste em enganar no comércio, no peso, na medida, na qualidade, no preço, nos contratos. A usura, em cobrar juros excessivos.

É pecado intentar processos injustos, recorrer à chicana para apoderar-se dos bens ou dos direitos dos outros, ficar com um objeto achado quando o dono é conhecido ou pode ser conhecido facilmente, comprar cientemente coisas furtadas, causar qualquer prejuízo ao próximo em seus bens, sua lavoura, seus negócios.

As Sete Portas do Inferno - Terceira Porta: A Profanação do Dia do Senhor

Excerto do Livro
O Pequeno Missionário
Pe. Guilherme Vaessen
Livro de 1953


Introdução
1ª Porta: A Impureza
2ª Porta: O Furto
3ª Porta: A Profanação do Dia do Senhor
4ª Porta: A Embriaguez
5ª Porta: A Má Educação dos Filhos
6ª Porta: O Protestantismo
7ª Porta: O Espiritismo


Terceira Porta do Inferno
A Profanação do Dia do Senhor


A santificação do domingo comporta duas coisas: a cessação do trabalho e a oração.

Aos domingos não se pode trabalhar sem necessidade ou por motivo justo: “Trabalhareis durante seis dias, disse outrora Deus aos israelitas, mas ao sétimo dia não fareis nenhum trabalho, nem vós nem vossos servos”. Trabalhar aos domingos é, pois, uma desobediência formal a Deus.

O trabalho do domingo é um desastre para o corpo, para a alma e mesmo para a
fortuna.

As máquinas de bronze e de aço não podem trabalhar semanas e meses seguidos. Forçosamente, de quando em vez, é preciso pararem, repousarem, senão arrebentam. Não somos de bronze nem de aço, somos de carne. Sem o repouso de oito em oito dias, dizem os sábios, os homens abreviam consideravelmente sua vida.
Quereis ver um povo sadio, forte, alegre? Vede as nações que respeitam o domingo. Quereis ver um povo doentio, fraco? Considerai os países em que o dia do Senhor é profanado.

As Sete Portas do Inferno - Quarta Porta: A Embriaguez

Excerto do Livro
O Pequeno Missionário
Pe. Guilherme Vaessen
Livro de 1953


Introdução
1ª Porta: A Impureza
2ª Porta: O Furto
3ª Porta: A Profanação do Dia do Senhor
4ª Porta: A Embriaguez
5ª Porta: A Má Educação dos Filhos
6ª Porta: O Protestantismo
7ª Porta: O Espiritismo

Quarta Porta do Inferno

A Embriaguez


“Não erreis: os bêbados não herdarão o reino de Deus”, diz S. Paulo. A embriaguez é um dos vícios mais vergonhosos e funestos. O seu efeito imediato é privar o homem do uso da razão e até de seus membros. Este pecado ultraja a Deus porque mancha e apaga no homem a imagem de Deus. Pela sua alma o homem é a imagem de Deus. Como Deus, a alma conhece, ama e quer. Vede agora o escravo da bebida. Onde está a imagem de Deus? O embriagado é incapaz de formar uma ideia. Semelhante ao animal, não é capaz de exprimir seu pensamento. Onde estão seus sentimentos? Só tem instinto de bruto. Onde está sua liberdade? Faz o que não quer e não faz o que quer. Chega a ponto de não poder ficar de pé, de não poder dirigir seus passos, de cair. Um dia, um bêbado caiu numa sarjeta. Chega um cão, olha, fareja-o festejando-o com a cauda. O cachorro parecia satisfeito por encontrar um colega. Mas depois o cachorro foi-se embora, e o bêbado ficou deitado na lama, porque não podia arredar-se do lugar. Deus fez o homem grande, diz a Escritura, mas, pelo vício, o homem nivelou-se ao bruto.

As Portas do Inferno - Quinta Porta: A Má Educação dos Filhos

Excerto do Livro
O Pequeno Missionário
Pe. Guilherme Vaessen
Livro de 1953


Introdução
1ª Porta: A Impureza
2ª Porta: O Furto
3ª Porta: A Profanação do Dia do Senhor
4ª Porta: A Embriaguez
5ª Porta: A Má Educação dos Filhos
6ª Porta: O Protestantismo
7ª Porta: O Espiritismo


Quinta Porta do Inferno
A Má Educação dos Filhos


Quantos pais se perdem e perdem a seus filhos porque não os educam no temor e
amor de Deus, não cumprindo os cinco deveres principais que lhes impõe a paternidade, o amor, a correção, a instrução, a vigilância e o bom exemplo.
Má pais que não amam os filhos como devem amá-los. Certos homens não merecem o belo título de pais. Desperdiçam no jogo, na bebida, na devassidão o dinheiro que ganham, deixando faltar aos filhos o estrito necessário. Pais monstruosos, piores que os irracionais, que sabem passar fome para dar de comer a seus filhos. Há mães que amam aos filhos, mas só a parte material, o corpo. Quanto à alma, pouco ou nada se ocupam dela. Adiam o batismo semanas e meses, deixando o filho entregue a Satanás e em perigo de morrer pagão. Quantas almas perdidas e quantas outras estragadas para sempre. Quanto mais Satanás se demora no coração do filho, mais o estraga. Toda a preocupação, todos os cuidados para com o corpo, até o luxo, até as modas mais indecentes, e quase nada para a alma.

As Sete Portas do Inferno - Sexta Porta: O Protestantismo

Excerto do Livro
O Pequeno Missionário
Pe. Guilherme Vaessen
Livro de 1953


Introdução
1ª Porta: A Impureza
2ª Porta: O Furto
3ª Porta: A Profanação do Dia do Senhor
4ª Porta: A Embriaguez
5ª Porta: A Má Educação dos Filhos
6ª Porta: O Protestantismo
7ª Porta: O Espiritismo


Sexta Porta do Inferno

O Protestantismo


O protestantismo é inimigo jurado da nossa Santa Religião. Nega os dogmas mais santos: o Santo Sacrifício da Missa, a Confissão, a Comunhão, a maior parte dos sacramentos, a existência do purgatório, a instituição Divina da Igreja, a autoridade do Papa, a legitimidade do culto dos santos. Neste particular vai até a caluniar aos católicos, dizendo que adoram os santos, as imagens. Não, mil vezes não! Não adoramos os santos. Adoramos só a Deus. Quanto aos santos, nós os honramos, pedimos sua proteção junto de Deus. Honramos as imagens como sendo os retratos dos santos. Que mal haverá nisso? Não podemos honrar o retrato de um pai, de uma mãe, de um benfeitor, colocá-lo em nossa sala, no lugar de honra? Se Deus, outrora, proibiu aos judeus que tivessem imagens, é porque os judeus habitavam no meio de idólatras e estavam expostos a cair na idolatria. Foi uma medida disciplinar e passageira. Aliás, o mesmo Deus deu ordem a Moisés que adornasse a arca com imagens de anjos. Se os protestantes não têm outra coisa que nos exprobrar, calem-se; esta acusação cobre-os de ridículo.

As Sete Portas do Inferno - Sétima Porta: O Espiritismo

Excerto do Livro
O Pequeno Missionário
Pe. Guilherme Vaessen
Livro de 1953


Introdução
1ª Porta: A Impureza
2ª Porta: O Furto
3ª Porta: A Profanação do Dia do Senhor
4ª Porta: A Embriaguez
5ª Porta: A Má Educação dos Filhos
6ª Porta: O Protestantismo
7ª Porta: O Espiritismo


Sétima Porta do Inferno
O Espiritismo


O espiritismo consiste em pretensas ou verdadeiras comunicações com os espíritos do outro mundo, ou as almas dos defuntos, para descobrir coisas secretas relativas a esta ou à outra vida.

Digo comunicações pretensas, supostas, porque é sabido que grande número de médiuns, isso é, de pessoas de que se servem os espíritos para receberem as respostas dos espíritos ou das almas, os profissionais Do espiritismo, têm sido convencidos de fraude. Noventa por cento pelo menos dos casos de comunicações espíritas são vergonhosas trapaças.
Digo, em segundo lugar, comunicações verdadeiras, porque sábios verdadeiros e conscienciosos têm verificado a verdade de certas comunicações, de sorte que forçoso é admitir que nem tudo é fraude.

Os Novíssimos do Homem

http://frjcmaximilian.stblogs.com/files/2009/09/FraAngelico-TheLastJudgement.jpg



O PURGATÓRIO

Vai para o purgatório, quem morre na graça de Deus, e tem alguma dívida de pena temporal a descontar.
    
Esta dívida pode ser:

1º Por pecados veniais, e
2º Por não ter feito a devida penitência dos pecados mortais já perdoados, enquanto a culpa é a pena eterna.
    
Com a confissão bem feita, sempre são perdoadas culpas graves e a pena eterna mas nem sempre fica perdoada toda a pena temporal.
    
Deus, em perdoando o pecado mortal, ordinariamente comuta a pena eterna em uma pena temporal. Esta pena temporal deve pagar-se nesta vida ou no purgatório.
      
Paga-se nesta vida, fazendo boas obras, especialmente cumprindo a penitência imposta pelo confessor.
  
O purgatório é um lugar de expiação temporal.
 Quando as almas do purgatório acabam de satisfazer a pena temporal devida aos seus pecados, vão para o céu.
    

Três passos para escolher o candidato.

Uma orientação clara, concisa e objetiva. Sem rodeios e palavreados vagos, como as diretrizes das dioceses e dos regionais da CNBB.
Por Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz
I. O primeiro passo é examinar o Partido a que ele pertence.

Os partidos que se dizem comunistas ou socialistas são incompatíveis com a Doutrina Social da Igreja:

“Socialismo religioso, socialismo católico são termos contraditórios: ninguém pode ser ao mesmo tempo bom católico e verdadeiro socialista” (Pio XI, Quadragesimo Anno, n.º 119).

“Entre comunismo e cristianismo, o Pontífice [Pio XI] declara novamente que a oposição é radical. E acrescenta não poder admitir-se de maneira alguma que os católicos adiram ao socialismo moderado” (João XXIII, Mater et Magistra, n.º 31).

“O erro fundamental do socialismo é de caráter antropológico. De fato, ele considera cada homem simplesmente como um elemento e uma molécula do organismo social” (João Paulo II, Centesimus Annus, n.º 13).

Eis a lista dos partidos brasileiros que se declaram comunistas ou socialistas:

Partido dos Trabalhadores (PT) – 13
Partido Comunista Brasileiro (PCB) – 21
Partido Popular Socialista (PPS), sucessor do PCB – 23
Partido Comunista do Brasil (PC do B) – 65
Partido da Causa Operária (PCO) – 29
Partido Democrático Trabalhista (PDT) – 12
Partido da Mobilização Nacional (PMN) – 33
Partido Pátria Livre (PPL) – 54
Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) – 50
Partido Socialista Brasileiro (PSB) – 40
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) – 16
Partido Verde (PV) – 43

Nota: O PV não se declara socialista, mas em seu Programa defende o homossexualismo e a legalização do aborto. O PT, além de se declarar socialista, exige de seus candidatos um compromisso com o aborto.

Exclua, portanto, de seus candidatos, os números 13, 21, 23, 65, 29, 12, 33, 54, 50, 40, 16 e 43.

II. O segundo passo é examinar a atuação passada de seu candidato.

Livros para download

AOS JOVENS
Donzela Cristã - Pe. Matias de Bremschied
O Brilho da Mocidade - Dom Tihamer Toth
O Jovem Instruído na Prática de seus Deveres Religiosos, Parte I - Dom Bosco

CATECISMOS
Catecismo Anticomunista
Catecismo Católico Escolar
Catecismo Contra o Aborto
Catecismo da Educação
Catecismo de Nossa Senhora
Catecismo do Namoro
Catecismo Maior de São Pio X

DEFESA DA FÉ
Galileu Galilei, à luz da História e da Astronomia - José Bernard, S.J.
Súmula Bíblica contra Protestantes - Pe. Antonio Miranda, S.D.N.
S. Francisco Xavier, Apóstolo das Índias - J. M. S. Daurignac

DOUTRINA CATÓLICA
As Excelências da Santa Missa - São Leonardo de Porto-Maurício
Santos e Demônios: S. João Maria Vianney - Mons. Francis Trochu
Sermão sobre o Credo - Santo Tomás de Aquino
Tratado da Castidade - Santo Afonso de Ligório
Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem - São Luiz de Montfort

ESPIRITUALIDADE
A Arte de Aproveitar as Próprias Faltas - Pe. José Tissot
A Contrição Perfeita - Pe. J. de Driesch
A Imitação de Cristo - Tomás de Kempis
A Paixão de Ns. Sr. Jesus Cristo - Sto. Afonso de Ligório
Filotéia (Introdução à Vida Devota) - São Francisco de Sales
Meditações para o Mês de Junho - Mês dedicado ao Sagrado Coração de Jesus
O Livro da Confiança - Pe. Thomas de Saint-Laurent


Quem somos nós?

A Missão Cristo Rei é um grupo de fiéis católicos, que sob direção do Rev. Padre Ernesto Javier Cardozo, procura, com a graça de Deus, guardar e transmitir a Fé Católica. Para isso, combate as tendencias liberais e modernistas que terrivelmente são propagadas no mundo moderno.


Seguimos a Mons. Marcel Lefebvre e Dom Antônio de Castro Mayer, bispos que permaneceram de pé diante da crise na Igreja. Rejeitamos todo o Concílio Vaticano II, fonte, origem e alimento de todo o Modernismo que agora campeia na Igreja; e assinamos a declaração Ut Fideles Inveniamur: 



DECLARAÇÃO UT FIDELES INVENIAMUR

29 de janeiro de 2013
Festa de São Francisco de Sales

Seguindo o exemplo e ensinamentos de Dom Lefebvre, assim como de Dom Antônio de Castro Mayer:

Nós aderimos de todo o coração e com toda a nossa alma à Roma católica, guardiã da fé católica e das tradições necessárias à manutenção dessa fé, à Roma eterna, mestra de sabedoria e de verdade. Pelo contrário, negamo-nos e sempre temos nos negado a seguir a Roma de tendência neo-modernista e neo-protestante, que se manifestou claramente no Concílio Vaticano II e, depois do Concílio, em todas as reformas que dele surgiram.” (declaração de 21 de novembro de 1974)

Estas palavras de Dom Lefebvre definem nossa atitude diante da “Igreja Conciliar”, que beatifica João Paulo II e declara que Paulo VI praticou virtudes em grau heróico; esta “Igreja Conciliar” que renova o escândalo de Assis e reafirma os ensinamentos do Vaticano II, querendo inseri-los na Tradição da Igreja, desprezando assim os ensinamentos, definições e condenações de todos os Papas anteriores ao Vaticano II.

Por esta razão, fazemos nossas as exigências de Dom Lefebvre para o retorno de Roma à Tradição:

Supondo que daqui a algum tempo Roma queira nos rever, retomar a conversa,nesse momento serei eu que imporei as condições. Não aceitarei mais estar na situação em que nos encontramos nos colóquios. Está acabado. Interrogá-los-ei no plano doutrinal: Estais de acordo com as grandes encíclicas de todos os papas que vos precederam? Estais de acordo com a Quanta Cura de Pio IX, Immortale Dei eLibertas de Leão XIII, Pascendi de Pio X, Quas Primas de Pio XI, Humani Generis de Pio XII? Estais em plena comunhão com esses papas e com suas afirmações? Aceitais ainda o juramento anti-modernista? Sois a favor do reino social de Nosso Senhor Jesus Cristo? Se não aceitais a doutrina de vossos predecessores, é inútil falarEnquanto não tiverdes aceitado reformar o Concílio considerando a doutrina desses papas, não há diálogo possível. É inútil dialogar.” (Dom Lefebvre, Fideliter, nº 66, novembro de 1988, p. 12-13 ¹

Por isso, é sem nenhum espírito de rebelião, sem amargura, sem nenhum ressentimento, para retomar as palavras de Dom Lefebvre, que nós temos a intenção de prosseguir nossa obra em defesa da Tradição por todos os meios que a Providência nos permitir, ocupando-nos em salvar as almas, formar candidatos ao sacerdócio, formar religiosos e religiosas, manter escolas católicas e auxiliar as famílias católicas, para que a sociedade volte a se submeter ao suave jugo de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei das Nações e de todo o Universo.

Fazemos um apelo a todos os que têm o mesmo ideal, a se unirem a nós para que não prevaleça, no seio da Tradição, o movimento que visa a uma desastrosa submissão à Roma neo-modernista, que se manifestou claramente nas cartas, declarações e demais documentos dos atuais superiores da Fraternidade São Pio X, nestes últimos meses.

Com a graça de Deus e o socorro da Virgem Maria, de São José e de São Pio X, estamos convictos de permanecer fiéis à Igreja Católica e Romana, a todos os sucessores de São Pedro, assim como a Dom Lefebvre, e de ser, desta forma, os fiéis dispensadores dos Mistérios de Nosso Senhor Jesus Cristo no Espírito Santo. Amém (cf. I Cor. 4, 1 e ss).
(in Brasil 29 de janeiro de 2013)

Dom Tomás de Aquino OSB (Brasil)
Pe. Jahir Britto, FBMV (Brasil)
Pe. Ernesto Cardozo (Argentina)
Pe. René Trincado (Chile)
Pe. Joaquim Daniel Maria de Sant’Ana, FBVM (Brasil)
Pe. Joseph Pfeiffer (E.U.A.)
Pe. David Hewko (E.U.A.)

(In Absentia)

S.E.R. Mons. Richard Williamson, FSSPX (Grã Bretanha)
Pe. Jean Michel Faure, FSSPX (França)
Pe. Ronald Ringrose, (E.U.A.)
Pe. Richard Voigt, SDB (E.U.A.)
Pe. Juan Carlos Ortiz, FSSPX (Colômbia)
Pe. Brendan Dardis, (E.U.A.)
Pe. Arturo Vargas, FSSPX (México)
Pe. Dominic Mary of the Pillar, OP (E.U.A.)
Pe. Francois Chazal, FSSPX (França)

Com o auxílio de Nossa Senhora do Rosário, esperamos de Deus a graça da perseverança até o fim.

Quem quiser se juntar à nós em defesa da Fé Católica, basta entrar em contato.


Salve Maria!
Viva Cristo Rei!