terça-feira, 30 de outubro de 2012

FOTOS DA PROCISSÃO EM HONRA A CRISTO REI E SANTA MISSA TRIDENTINA EM IPATINGA-MG



Viva Cristo Rei!

Segue as fotos da procissão em honra a Cristo Rei e da Santa Missa Tridentina, ambas realizadas neste domingo, dia 28 de Outubro, em Ipatinga-MG, conforme o convite que fizemos.

sábado, 27 de outubro de 2012

Milagres de São Domingos com o Terço



Certa vez, São Domingos pregava a devoção do Rosário em Carcassone. Um herege zombava do Rosário e dos milagres, o que impedia a conversão dos hereges. Deus permitiu, para castigá-lo, que 15.000 demônios se apossassem dele. Seus parentes o levaram a São Domingos, para livrá-lo dos demônios.

O Santo insistiu para que todos rezassem o Rosário em voz alta. A cada Ave Maria a Santíssima Virgem fazia sair 100 demônios do corpo desse herege, em forma de carvões acesos.

Depois que foi curado, abjurou todos os seus erros e converteu-se, juntamente com outros amigos seus, tocados com a força do Rosário.

Os sete pecados capitais (São Tomás de Aquino)





São João revela-nos, na sua I epístola, a existência de três concupiscências como fonte de todos os pecados, especialmente dos sete pecados capitais: "Tudo o que está no mundo é ou concupiscência da carne, ou concupiscência dos olhos, ou orgulho da vida" (I Jo 2,16).
Da concupiscência da carne nascem: a gula, a luxúria e a preguiça.
Da concupiscência dos olhos nasce: a avareza (e também a curiosidade, que não é um pecado capital, mas que pode servir todas as concupiscência).
Do orgulho da vida nascem: o orgulho ou amor da vã glória, a inveja e a cólera.
O quadro seguinte pode-nos esclarecer sobre as consequências para a alma dos sete pecados capitais e encoraja-nos a fazer "jejum do pecado", que deve necessariamente acompanhar as nossas penitências (oração, jejum, esmola).

Dom Williamson sobre a modéstia.


Caros Amigos e Benfeitores:

O final do Verão pode não parecer ser o mais inteligente momento de optar por escrever sobre o vestuário da mulher. Certamente a chegada, em vez de a partida do clima quente seria o momento para investir contra as roupas indiscretas. No entanto, acontece que várias senhoras neste verão vieram a mim e levantaram a questão das mulheres vestindo calças ou shorts, e o problema é mais amplo e profundo do que apenas imodéstia, embora a imodéstia seja grave.

Por exemplo o Bispo de Castro Mayer costumava dizer que as calças em uma mulher são piores do que a mini-saia, porque enquanto a mini-saia é sensual e ataca os sentidos, as calças são ideológicas e atacam a mente. Pois realmente as calças das mulheres, como as usadas hoje, curtas ou longas, modestas ou imodestas, apertadas ou soltas, claras ou disfarçadas (como os “culottes”), são uma agressão contra a feminilidade da mulher e por isso representam uma revolta profunda e mentirosa contra a ordem querida por Deus. Isto pode ser menos verdadeiro do que os longos “culottes”, calças que mais se aproximam de uma saia, e na melhor das hipóteses confundidos com saias, mas na medida em que os “culottes” estabelecem o princípio da divisão de vestuário exterior da mulher da cintura para baixo, eles simplesmente disfarçam a desordem grave. Que desordem? {“Excelência, desta vez realmente o senhor arrasou!”}.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

DEPOIS RECLAMAM DO CAOS LITÚRGICO: DANÇA NA LITURGIA E PALMAS NA MISSA NA INSTRUÇÃO PARA UMA CORRETA APLICAÇÃO DA SACROSANCTUM CONCILIUM


Passos de dança e bater de palmas com autorização da Congregação para o Culto Divino. E mais: para uma correta aplicação do Concílio...Depois insiste-se em afirmar que a crise foi provocada apenas por interpretações equivocadas dos textos conciliares. Será que nem a Congregação para o Culto Divino soube interpretar os textos?

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

CARTA DE SANTO ATANÁSIO AOS FIÉIS PERSEGUIDOS PELOS ARIANOS


Santo Atanásio estava no exílio e de lá escreve esta carta para confortar e confirmar na fé os católicos fiéis perseguidos pelos hereges arianos. Quanto nos conforta esta carta ainda nos dias de hoje! Eis a carta:

"Que Deus vos console. Soube que não somente vos entristece o meu exílio mas também, sobretudo o fato de que os outros, ou seja os arianos, se apoderaram das igrejas pela violência e que vós fostes expulsos destes lugares. Eles possuem as igrejas, em compensação vós possuis a tradição da Fé Apostólica. Eles, consolidados nestes lugares(nas igrejas), estão na realidade fora da verdadeira Fé, enquanto vós que estais excluídos das igrejas, permaneceis nessa Fé. Confrontemos, pois, o que é mais importante: O templo ou a Fé, e se tornará logo evidente que é mais importante a verdadeira Fé.
Portanto, quem perdeu mais ou quem possui mais, o que conserva um lugar ou o que conserva a Fé? O lugar certamente é bom supondo-se que ali se pratique a Fé dos Apóstolos; é santo se ali habita o Santo. Vós sois os venturosos que pela Fé permaneceis dentro da Igreja, repousais nos fundamentos da Fé e gozais da totalidade da Fé que permanece intacta, sem confusão. Por tradição Apostólica (a Fé) chegou até vós, e muito frequentemente um ódio nefasto tem pretendido extirpá-la, mas sem resultado...
Portanto, nada prevalecerá jamais contra a vossa Fé, meus queridos irmãos, e se de um momento para o outro Deus vos devolver as igrejas, será forçoso reconhecer que a Fé é mais importante do que os Templos.
E precisamente uma Fé tão viva supra para vós, por hora, a devolução das igrejas(ocupadas pelos hereges).
... De que lhes serve possuir as igrejas? Sim, efetivamente, eles as têm, mas isso aos olhos dos que se mantém fiéis a Deus indica que são culpáveis, porque transformaram em covil de ladrões ou casa de negócios ou lugar de disputas vãs o que antes era um lugar santo, de modo que agora lhes pertence o lugar onde antes nem lhes era lícito entrar.
Meus queridos, por haver escutado daqueles que chegaram até aqui, sei tudo isto e muitas coisas piores. Porém, repito, quanto maior é o empenho destes para dominar a Igreja, tanto mais estão fora dela. Crêem estar dentro da verdade, mas na realidade estão excluídos dela, prisioneiros de outra coisa, enquanto a Igreja desolada, sofre a devastação destes supostos benfeitores"...

domingo, 21 de outubro de 2012

Convite para procissão e Missa Tridentina em honra à CRISTO REI dia 28/10/2012



Salve Maria Santíssima!

A Igreja consagra o último domingo de outubro, à comemoração da festa de Cristo Rei. Foi o Santo Padre Pio XI que instituiu essa solenidade a fim de reavivar entre os fiéis a lembrança da soberania de Jesus Cristo sobre as pessoas e os povos. 

Mas o nosso tempo, dominado pelo laicismo, deixou de reconhecer as prerrogativas reais de Nosso Senhor Jesus Cristo. Daí provém todos os males da sociedade atual, por ter pretendido organizar a vida individual e social como se essa realeza não existisse, e até em oposição formal a ela.

A história nos diz que a maçonaria e comunismo trabalham de mãos dadas para destruir o REINADO SOCIAL DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO. O resultado desta perseguição é um terrível derramamento de sangue.

A associação Santo Atanásio de Ipatinga convida todos os católicos que acreditam no Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo para A PROCISSÃO DE CRISTO REI E MISSA TRIDENTINA em honra à CRISTO REI.

Com a intercessão da SEMPRE VIRGEM MARIA SANTÍSSIMA, vamos juntos mostrar para a cidade que Cristo é o Senhor e Rei do Universo!

A procissão será DIA 28/10/2012 as 17:30. Sairá da praça principal do BAIRRO CANAAZINHO (Avenida Galileia com Rua Siquem) e seguirá até a Rua GAIVOTAS 32 onde acontecerá a Santa Missa às 19:00.
Viva Cristo Rei!

Contatos: associacaosantoatanasio@gmail.com
94320809(Tim) e 031- 88637982 (Oi)

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

O sentido da festa litúrgica de Cristo Rei



Por Rafael Vitola Brodbeck


                                           
Histórico e necessidade da festa

“O dever de prestar a Deus um culto autêntico diz respeito ao homem individual e socialmente. (...) O dever social dos cristãos (...) [e]xige que levem a conhecer o culto da única religião verdadeira, que subsiste na Igreja católica e apostólica. Os cristãos são chamados a ser luz do mundo. Assim, a Igreja manifesta a realeza de Cristo sobre toda a criação e particularmente sobre as sociedades humanas.”[1]

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Aparição de Nossa Senhora em La Salete.


Dificuldades na transcrição da visão

Maximin e Mélanie foram beneficiados por um privilegiado e manifesto auxílio sobrenatural para serem fiéis a tudo que tinham visto ou ouvido. Este fato não evitou que a complexidade da visão e as limitadas forças intelectuais dos videntes criassem dificuldades para verter a aparição no papel.
Maximin era pouco hábil em redação. Em 1851 foi necessário que reescrevesse tudo, devido às manchas de tinta do seu escrito. Sua escassez de recursos reflete-se na redação.
O modo como se deu a revelação também contribui para um certo vai e vem na ordem cronológica do relato dos videntes.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Salvo pelo Terço



O jesuíta alemão Helmuth Kaiser conta este caso ilustrativo da piedade mariana, acontecido nos princípios do século XX, em terras germânicas.
Duas jovens irmãs, alunas de um colégio interno, costumavam passar as férias com a avó no sitio da família.
E sempre rezavam o terço com ela após o jantar, diante de uma imagem da Mãe do Céu. E contaram este fatinho real.
“Quando rezávamos o terço, não sentíamos o tempo passar. A avó tinha um lindo rosário de pérolas guardado na caixinha, mas preferia usar o de contas grandes, gastas, de marrom desbotado.

Muito curiosas, perguntamos-lhe ao fim da reza:

domingo, 14 de outubro de 2012

EXCELÊNCIA DO SANTO SACRIFÍCIO DA MISSA


 


Por Pe. Martinho de Cochem.


A excelência da Santa Missa é tão grande, que os próprios Serafins não podem compreendê-la perfeitamente. Experimentemos, entretanto, investigar os ensinamentos da Igreja a este respeito.

São Francisco de Sales diz:
"O santíssimo Sacrifício do altar é, entre os exercícios da religião, como o sol entre os astros, porque é verdadeiramente a alma da piedade e o centro da religião cristã, ao qual todos os seus mistérios e todas as suas leis se relacionam; é o mistério inefável da divina caridade, pelo qual Jesus Cristo, dando-se realmente a nós, cumula-nos com suas graças de maneira igualmente amável e magnificente" (Introdução à vida devota).

O sábio Osório julga a Santa Missa acima de todos os outros mistérios da nossa religião:"Entre todos os atos da Igreja, o Santo Sacrifício da Missa é o mais augusto e mais precioso, porque o Santíssimo Sacramento do altar é aí consagrado e oferecido a Deus".E Fornerus de Bamberg acrescenta: "Se bem que todos os Sacramentos estejam cheios de majestade, a Santa Missa excede-os; aqueles são vasos que contêm a divina misericórdia para os vivos, esta é um oceano inesgotável de liberalidade divina pelos vivos e pelos mortos".

Vejamos agora em que se manifesta a excelência da Santa Missa.

PIADAS DO PADRE PIO



O BOM-HUMOR DO PADRE PIO

O bom-humor, a vontade de brincar e o estado de alegria têm um grande significado na vida espiritual. São sinal de consciência tranquila e de boas relações com o resto do mundo, bem como de inteligência e humildade.

No entanto, são, sobretudo, consequência das virtudes teologais da fé e da esperança. A fé recorda ao cristão que ele é “filho de Deus”, destinado ao “Reino celeste” e à “vida eterna” em corpo e alma. A esperança impele-o a desfrutar já, nesta vida, daquilo que terá na outra.

sábado, 13 de outubro de 2012

‎13 de Outubro de 1917 O dia em que o Sol dançou.


"Tendo recebido do próprio Céu uma mensagem de uma importância evidentemente profunda para a Igreja e para toda a humanidade, Lúcia bem sabia que tanto ela como os primitos precisariam de uma credencial divina para serem acreditados. Durante a Aparição de 13 de Julho, Lúcia - a futura Irmã Lúcia - dirigiu-se à Senhora: «- Queria pedir-Lhe para nos dizer Quem é; para fazer um milagre com que todos acreditem que Vossemecê nos aparece.» E a Senhora respondeu: «Continuem a vir aqui, todos os meses. Em Outubro direi Quem sou, o que quero, e farei um milagre que todos hão-de ver para acreditar.» A Senhora repetiu esta promessa em aparições posteriores à Lúcia e aos outros videntes (em 19 de Agosto e, de novo na Cova da Iria, em 13 de Setembro).

Oremus pro Pontifice nostro Benedicto XVI




℣. Oremus pro Pontifice nostro Benedicto.
℟. Dominus conservet eum, et vivificet eum, et beatum faciat eum in terra, et non tradat eum in animam inimicorum eius.

℣. Tu es Petrus,
℟. Et super hanc petram aedificabo Ecclesiam meam.

Oremus. Deus, omnium fidelium pastor et rector, famulum tuum Benedictum, quem pastorem Ecclesiae tuae praeesse voluisti, propitius respice: da ei, quaesumus, verbo et exemplo, quibus praeest, proficere: ut ad vitam, una cum grege sibi credito, perveniat sempiternam. Per Christum, Dominum nostrum. Amen.

℣. Oremos pelo nosso Pontífice Bento
℟.O Senhor o guarde e o fortaleça, lhe dê a felicidade nesta terra e não o abandone á perversidade dos seus inimigos.

℣. Tu és Pedro!
℟. E sobre esta pedra edificarei a minha Igreja!

Oremos. Ó Deus Pastor e guia dos vossos fiéis, olhai com bondade o vosso servo, o Papa Bento, que constituístes Pastor da vossa Igreja; dai-lhe, por sua palavra e exemplo, velar sobre o rebanho que lhe foi confiado para chegar com ele à vida eterna. Por Cristo nosso Senhor. Amém

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Procissão em Honra à Nossa Senhora Aparecida - Ipatinga/MG


Salve Virgem Imaculada, Oh Senhora Aparecida!

Nesta Sexta-Feira, 12 de Outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, realizamos em Ipatinga/MG uma procissão em honra à Ela. Caminhamos por mais de 4Km louvando-A cantando hinos e rezando orações Marianas (Santíssimo Rosário, Coroinha, Ladainha), no final da procissão rezamos a oração do Angelus ao meio dia. É o mínimo perto do que merece a tão boa Mãe, que sempre intercede por nós, nos protege, nos guia e nos ampara. Esta singela homenagem a Virgem Santíssima nada se compara aos louvores que Ela recebe por todos os Santos e Anjos do céu, mas, como Rainha do Céu e da Terra, a toda formosa Virgem Maria espera que nós, embora nada mais do que pecadores e indignos do Seu Amor Maternal, a exalte com louvores.

"Bem-aventurada sois Vós, Virgem Maria, que levastes em vosso seio o Senhor, Criador do mundo; destes à luz a Quem vos formou e permaneceis Virgem eternamente.
Alegrai-Vos, Virgem Maria.
Alegrai-Vos mil vezes."

Veja algumas fotos abaixo e clique nelas para ampliar:

Consagração a Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Padroeira e Rainha do Brasil.


Ó Maria Imaculada, Senhora da Conceição Aparecida, aqui tendes, prostrado diante de vossa milagrosa imagem, o Brasil, que vem de novo consagrar-se à vossa maternal proteção. Escolhemo-vos por especial Padroeira e Advogada da nossa Pátria; queremos que ela seja inteiramente vossa: vossa é a sua natureza sem par;vossas são as suas riquezas; vossos, são os campos e as montanhas, os vales e os rios; vossa é a sociedade; vossos são os lares e seus habitantes, com seus corações e tudo o que eles têm e possuem; vosso é, enfim, todo o Brasil.


Sim, ó Senhora Aparecida, o Brasil é vosso!

Por vossa intercessão temos recebido todos os bens das mãos de Deus, e todos os bens esperamos receber, ainda e sempre, por vossa intercessão.

Abençoai, pois, o Brasil que Vos ama; abençoai o Brasil que Vos agradece; abençoai, defendei, salvai o vosso Brasil!

Protegei a Santa Igreja; preservai a nossa Fé, defendei o Santo Padre; assisti os nossos Bispos; santificai o nosso Clero; socorrei as nossas famílias; amparai o nosso povo; esclarecei o nosso governo; guiai a nossa gente no caminho do Céu e da felicidade! Ó Senhora da Conceição Aparecida, lembrai-Vos de que nós somos e queremos ser vossos vassalos e súditos fiéis. Mas lembrai-vos também de que nós somos e queremos ser vossos filhos. Mostrai, pois, ante o Céu e a Terra, que sois a padroeira poderosa do Brasil e a Mãe querida de todo o povo brasileiro!

Sim, ó Rainha do Brasil, ó Mãe de todos os brasileiros, venha sempre mais a nós o vosso reino de amor e, por vossa mediação, venha a nossa Pátria o reino de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor Nosso. Amém.

A NOSSA SENHORA APARECIDA

Ó Senhora Aparecida, Mãe querida, tenho tanta confiança em Vós, que espero a vossa proteção e vosso amparo em todos os passos de minha vida e na hora da morte. Amém.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Os tormentos do Inferno: Extraído dos escritos de Santo Antônio Maria Claret



A sensação dos tormentos do inferno é essencialmente terrível.
Ele se parece, ó alma minha, como uma noite escura sobre o cume de uma montanha alta. Lá embaixo há um vale profundo, e a terra se abre de maneira que, com o teu olhar, podes ver o inferno e sua profundidade. Ele se parece como uma prisão situada no centro da terra, muitos quilômetros abaixo, todo cheio de fogo, preso num recinto de forma tão impenetrável que, por toda a eternidade, nem se quer a fumaça pode escapar. Nesta prisão os condenados estão próximos um do outro como tijolos num forno... Imagine o calor do fogo em que são queimados.

Primeiramente, o fogo se alastra por todas as partes e tortura inteiramente o corpo e a alma. Uma pessoa condenada permanece no inferno para sempre no mesmo lugar que foi destinado pela justiça divina, sem ser capaz de mover-se, como um prisioneiro num tronco.

O fogo que o envolve totalmente, como um peixe na água, o queima em volta, à sua esquerda, à sua direita, encima e embaixo. Sua cabeça, seu peito, seus ombros, seus braços, suas mãos e seus pés estão totalmente invadidos pelo fogo, de maneira que ele, por inteiro, se assemelha a um peça de ferro incandescente e cintilante, que acaba de ser retirado do forno. O teto do recinto em que moram as pessoas condenadas é de fogo; a comida que se come é fogo; a bebida que se toma é fogo, o ar que se respira é fogo, tudo quanto se vê e se toca é fogo...

Mas este fogo não está simplesmente fora dele; além do mais ele transpassa pela pessoa condenada. Invade o seu cérebro, seus dentes, sua língua, sua garganta, seu fígado, seus pulmões, seus intestinos, seu ventre, seu coração, sua veias, seus nervos, seus ossos, inclusive a medula, bem como o sangue.

“No inferno – segundo São Gregório Magno – haverá um fogo que não pode se apagar, um verme que não morre, um cheiro insuportável, uma escuridão que pode se sentir, castigo por açoite de mãos selvagens, com todos os presentes desesperados por qualquer coisa boa.”
Um dos fatos mais terríveis é que, pelo poder divino, este fogo vai tão longe como para atuar sobre as faculdades (aptidões) da alma, queimando-as e atormentando-as. Suponhamos que eu me achasse colocado no forno de um ferreiro, de modo que todo o meu corpo estivesse em pleno ar, exceto um braço que está posto no fogo, e que Deus fosse preservar a minha vida por mil anos nesta posição. Não seria isto uma tortura insuportável? Como seria então estar completamente invadido e rodeado de fogo, o qual não atinge apenas um braço, mas inclusive todas as faculdades (aptidões) da alma? 

Para quem já teve a graça de ver, e de sentir, em sonhos o que seja este tormento infinito, este fogo que queima o espírito sem consumir, esta consciência que acusa sem cessar, que atormenta mais que mil fogos, que faz compreender a eternidade do suplício, que entende a impossibilidade de fugir dali, contra a qual não adianta lutar, esbravejar, sequer odiar, é possível afirmar que o fogo exterior, que queima o corpo é apenas uma pálida centelha daquele que inflama o espírito. De fato, a alma daria tudo para poder esquecer, fugir dos pensamentos, escapar deste tormento mental, esmagar seu cérebro, pois para ela isso significaria um alívio assombroso em seu tormento. É mais espantoso do que o homem pode imaginar.

Em segundo lugar, este fogo é muito mais espantoso do que o homem pode imaginar. O fogo natural que vemos durante esta vida tem um grande poder para queimar e atormentar. Não obstante, este não é nem sequer uma sombra do fogo do inferno. Há duas razões pelas quais o fogo do inferno é muito mais atroz, que vai além de toda comparação, do que o fogo deste mundo.

A primeira razão é a justiça de Deus, da qual o fogo do inferno e um instrumento dirigido para castigar o mal infinito causado contra a sua suprema majestade, que fora menosprezada por uma criatura. Para tanto a justiça supre este elemento com um poder tão grande que quase alcança o infinito.

A segunda razão é a malícia (perversidade) do pecado. Como Deus sabe que o fogo deste mundo não é suficiente para castigar o pecado como este merece, Ele tem dado ao fogo do inferno um poder tão grande que nunca poderá ser compreendido pela inteligência humana. Entendem agora, o quão eficazmente queima este fogo?

O fogo queima tão eficazmente, - ó minha alma! – que, de acordo com os grandes mestres da escola ascética, se uma simples faísca caísse numa pedra de moinho, esta se reduziria num instante em pó. Se caísse numa bola de bronze, esta se derreteria instantaneamente como se fosse de cera. Se caísse sobre um lago congelado, este haveria de ferver no mesmo instante.

Façamos uma breve pausa, ó alma minha, para que tu respondas a algumas perguntas que te farei. Primeiro, te pergunto: Se um forno especial fosse acesso, como usualmente se faz para atormentar os mártires, e, então, alguns homens colocassem diante de ti todo tipo de bens que o coração humano possa desejar, e garantissem a oferta de um reino próspero – se tudo isso te fosse prometido em troca de que entrasses, só por meia hora, no forno ardente, o que escolherias fazer?

Nem por cem reinos!

“Ah! – dirias – “se me oferecesses cem reinos, eu nunca seria tão idiota em aceitar tais extremos tão brutais, não importa quantas coisas importantes me oferecessem, mesmo que estivesse segura de que Deus iria preservar a minha vida durante esses momentos de sofrimento.”

Em segundo lugar, eu te pergunto: Se tu já estivesses na posse de um grande reino, e estivesses nadando num mar de riqueza, de maneira que não precisarias de nada, e fosses atacada por um inimigo, feita prisioneira e acorrentada, se fosses obrigada a escolher entre perder o teu reino ou passar meia hora dentro de um forno incandescente, o que escolherias? “Ah! – dirias – prefiro passar toda a minha vida na pobreza extrema e submeter-me a qualquer injúria e infelicidade do que sofrer tão grande tormento!”

Uma prisão de fogo eterno

Neste instante, dirige os teus pensamentos daquilo que é temporal para o que é eterno. Para fugir do tormento de um forno ardente, que duraria somente meia hora, tu sacrificarias qualquer propriedade, principalmente as coisas que mais te satisfazem, e estarias disposto a sofrer qualquer outro dano temporal, não importando quão trabalhoso pudesse ser. Então, por que não pensas da mesma maneira quando discutes sobre os tormentos eternos?

Deus não te ameaça com meia hora de suplício dentro do forno ardente, mas, pelo contrário, com uma prisão de fogo eterno. Para escapar dela, não deverias renunciar a tudo o que está proibido por Ele, não importando quão prazeroso possa ser, e abraçar alegremente tudo quanto Ele ordena, mesmo que fosse extremamente desagradável?

O mais espantoso do inferno é a sua duração. A pessoa condenada perde a Deus e o perde por toda a eternidade. Aliás, o que é a eternidade? Ó alma minha, até agora nenhum anjo pode compreender o que é a eternidade! Como então poderás tu compreende-la? Ainda assim, para formarmos alguma idéia sobre ela, consideremos as seguintes verdades:
A eternidade nunca termina. Esta é a verdade que tem feito tremer até os maiores santos. O juízo final virá o mundo será destruído, a terra engolirá todos os condenados, e estes serão lançados no inferno. Então, com sua mão todo-poderosa, Deus os encerrará para sempre em tão amaldiçoada prisão.

Desde então, tantos milênios se passaram como há folhas nas árvores e nas plantas de toda a terra, tantos milhares de anos, como existem gotas de água em todos os mares e rios da terra, tantos anos com existem átomos no ar, como existem grãos de areia em todas as praias de todos os mares. Logo, depois de passarem todos estes incontáveis anos, o que será a eternidade?

No entanto ela não será sequer uma centésima parte dela, ou uma milésima – nada. Então começará novamente e durará tanto como antes, novamente, assim por diante, até que haja se repetido mil vezes, e um bilhão de vezes, novamente. E logo depois de um período de tempo tão longo, nem sequer terá passado a metade, nem sequer uma centésima parte ou uma milésima parte, nem sequer uma parte da eternidade. Em todo este tempo não haverá interrupção na queima dos condenados, começando tudo novamente.

Oh! que mistério profundo! Um terror sobre todos os terrores! Oh! eternidade! Quem pode comprender-te?

Suponhamos que, no caso de maldito Caim, chorando no inferno somente derramasse a cada mil anos uma única lágrima. Agora, alma minha, guarde os teus pensamentos e leve em consideração este fato: por seis mil anos, no mínimo, Caim tem estado no inferno e tem derramado apenas seis lágrimas, que Deus milagrosamente lhe preservara.

Quantos anos levariam para que as suas lágrimas cobrissem todos os vales da terra e inundassem todas as cidades, povos e vilas e todas as montanhas até que inundasse toda a terra? Sabemos que a distância entre a terra e o sol é de trinta e quatro milhões de léguas. Quantos anos faltariam para que as lágrimas de Caim enchessem este imenso espaço? Da terra ao céu estimamos que haja uma distância de cento e sessenta milhões de léguas.

As lágrimas de Caim

Oh! Deus! Que quantidade de anos teríamos que imaginar que seria necessário para encher de lágrimas este imenso espaço? E ainda assim – Oh! Verdade incompreensível! – estejam seguros disto, porque Deus não pode mentir – chegaria o tempo em que as lágrimas de Caim seriam suficientes para inundar o mundo, para alcançar inclusive o sol, para tocar o céu, e encher todo o espaço entre a terra e o mais alto do céu. Isso, porém, não é tudo.

Se Deus secasse todas estas lágrimas desde a última gota, e Caim começasse chorar outra vez, ele voltaria outra vez a encher o espaço inteiro e o inundaria mil vezes e um milhão de vezes em sucessão, ao longo de todos esses incontáveis anos, nem sequer haveria passado a metade de eternidade, nem sequer uma fração. Depois de todo esse tempo, ardendo no inferno, os sofrimentos de Caim estariam tão somente começando.

A eternidade, neste caso, não tem alívio. Seria de fato uma pequena consolação, de muito pouco benefício, para as pessoas condenadas, se fossem capazes de receber um breve alento a cada mil anos.

Felizmente aqui, no caso de Caím, o Santo está errado, porque Caím está salvo. Dirão vocês que fiquei maluco, mas não, aos que duvidam a eternidade depois comprovará. Em verdade, Deus foi bom com Caím, porque ao marcá-lo para que ninguém o matasse, permitiu que ele passasse todo seu Purgatório de sofrimento aqui, e certamente foi um dos mais longos e dolorosos, porque naquele tempo as pessoas viviam séculos. Quem sabe, se alguém o tivesse morto antes de expiar sua falta, ele tivesse se perdido. Sim, porque o crime dele foi gravíssimo, devido ao fato de que desde menino ele via Deus e se sentava no colo Dele. Sua maior revolta contra Deus era a existência da noite, pois queria que sempre fosse dia. Por outro lado, se todos os assassinos se perdessem, o inferno estaria povoado deles. Eis porque Jesus diz: não julgueis para não serdes condenados. (Aarão)
Não existe alívio

Imaginemos um lugar do inferno onde haja três malvados. O primeiro está submergido num lago de fogo sulfúrico; o segundo está preso numa grande pedra e está sendo atormentado por dois demônios, um dos quais constantemente lhe lança chumbo derretido na sua garganta, enquanto o outro lhe derrama sobre todo o seu corpo, cobrindo-lhe desde a cabeça até os pés. O terceiro réprobo está sendo torturado por duas cobras, uma das quais o envolve com seu corpo e o morde cruelmente, enquanto que outra entra no seu corpo e ataca o seu coração. Suponhamos que Deus se apiede dele e lhe conceda um curto respiro.

O primeiro homem, depois de haver passado mil anos, é removido do lago e ele recebe o conforto de tomar água fria, e, depois de passar uma hora, ele é novamente jogado no lago. O segundo, depois de mil anos de tormento, é removido de seu lugar e lhe é permitido descansar, mas logo depois de uma hora é jogando novamente no mesmo tormento. O terceiro, depois de mil anos se vê livre das cobras; porém, após uma hora de alívio, novamente é estuprado e atormentado por elas. Ah! quão limitada seria esta consolação – sofrer por mil anos para descansar somente por uma hora!

Aliás, o inferno nem sequer tem esta consolação. Todos se queimam sempre nessas chamas assustadoras e nunca recebem nenhum alívio em toda a eternidade. O condenado é corroído e ferido pelo remorso, e nunca terá um descanso em toda a eternidade. Sempre sofrerá uma sede muito abrasadora e nunca receberá o frescor de um pouco de água em toda a eternidade. Sempre se contemplará detestado por Deus e nunca poderá receber a alegria de uma simples olhada de ternura de Deus por toda a eternidade. O condenado se sentirá sempre maldito pelo céu e pelo inferno, e nunca receberá um simples gesto de amizade.
É uma das desgraças essenciais do inferno que todo o tormento será sem consolo, sem remédio, sem interrupção, sem final, eterno.

Vejam, se Deus depois daquele castigo de mil anos, concedesse a cada um dos condenados, almas ou demônios, esta hora de descanso, onde eles pudessem meditar e se arrepender, acreditem, nenhum dos condenados voltaria plenamente arrependido. É isso que prova a imensa perfeição da Justiça Divina (Aarão).

A bondade de sua misericórdia

Agora eu compreendo em parte, ó meu Deus, o que é o inferno. É um lugar de tormentos excessivos, de desesperança extrema. É o lugar onde mereço estar por causa dos meus pecados, onde eu estaria desterrado por alguns anos, se a tua imensa misericórdia não me tivesse libertado. Repetirei mil vezes: O Coração de Jesus me tem amado, ou, do contrário, agora eu estaria no inferno! O Sangue de Jesus me tem reconciliando com o Pai Celestial, ou minha morada seria o inferno. Este é o cântico que eu quisera cantar a Ti, meu Deus, por toda a eternidade. Sim, de agora em diante, minha intenção é repetir estas palavras tantas vezes como os momentos se sucedem desde aquela maldita hora em que te ofendi pela primeira vez.

Qual tem sido a minha gratidão para com Deus pela bondosa misericórdia que Ele me tem mostrado? Ele me livrou do inferno. Oh! Imenso amor! Oh! Infinita bondade! Depois de um benefício tão grande, não deveria eu lhe dar todo o meu coração e amá-lo com o amor do mais inflamante serafim? Não deveria eu dirigir todas as minhas ações até Ele e, em cada coisa, buscar somente contentar a vontade divina, aceitando todas as contradições com alegria, de maneira que possa lhe devolver o meu amor?

Poderia fazer alguma coisa menor do que isso depois de uma bondade tão grande! Oh! Ingratidão, merecedora de outro inferno! Deixar-te-ei de lado, Deus meu! Resistirei à tua misericórdia, cometendo novos pecados e ofensas. Sei que tenho feito o mal, ó meu Deus, e me arrependo de todo o meu coração. Ah! se pudesse derramar um mar de lágrimas por tão ofensiva ingratidão! Ó Jesus, tem misericórdia de mim, visto que agora decidi melhor: sofrer mil mortes do que ofender-te novamente.  

Fim



Temos assim mais uma visão de santo da nossa Igreja, que certamente teve da parte de Deus a graça da visão do inferno, para poder relatá-la com tanta clareza. Os maus dirão que o inferno não existe e se existe é crueldade de Deus. Alguns se irão assustar com o tamanho da pena, mas ela é conforme a justiça. Se o infinito prazer do Céu está reservado aos justos e aos convertidos, devemos saber que para equilíbrio é preciso que exista a Justiça infinita destinada aos rebeldes.

Devemos dizer, com toda certeza, que ganhar o inferno como castigo eterno, é fruto de um ato consciente de rebeldia contra Deus, uma rebeldia teimosa e obstinada no mal, algo que repugna até pensar, que uma simples criatura humana possa se auto-impregnar de tanta teimosia. Não é verdade que alguém possa cair no inferno por culpa de satanás: a perda se dá por exclusiva culpa da alma! Ela se perde por causa da liberdade que tem, e fazendo mau uso dela vive a fornicar com a serpente.

Enfim, não se assuste: o inferno é para os maus! Dificilmente algum deles irá ler este texto, porque acha a existência do inferno uma bobagem da Igreja e uma invenção dos padres. Mas que isso sirva para você, que leu todo este texto, rezar por aqueles que jogam junto com a serpente, para que não sigam até o dia do julgamento teimando nesta obstinação. Se você tem um destes em sua família, reze por ele. E Deus nunca o abandonará!

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Procissão em honra a Nossa Senhora Aparecida em Ipatinga.

Prezados Amigos,
Salve Maria!



É com muita alegria que convidamos a todos os católicos de Ipatinga/MG e todo Vale do Aço a fazermos uma procissão em honra da Virgem Aparecida, neste dia 12 de outubro.

Organizaremos a procissão as 9:30h que sairá do da Praça principal do Bairro Vila Celeste (que fica próximo ao cartório e da Igreja Santa Rita de Cássia) as 10:00 e seguiremos rezando o Santo Rosário pelas ruas da cidade até chegarmos a Igreja dedicada a Nossa Senhora Aparecida, no bairro Iguaçu, onde pretendemos chegar ao meio dia.

As intenções da procissão serão estas, dentre outras: Em honra a Virgem Aparecida, em desagravo das ofensas cometidas contra o SS. Coração de Jesus e das ofensas cometidas contra o Imaculado Coração da Virgem Maria, pela consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria, pelo Santo Padre o Papa, pelo clero local, pela restauração e triunfo da Tradição Católica em Minas Gerais, pelas intenções particulares de cada peregrino, pela conversão dos pecadores e pela fecundidade dos Apostolados Católicos Tradicionais.

Fica o convite para todos os católicos de Ipatinga/MG e região a participarem da procissão. Levem os seus terços e estampas de Nossa Senhora Aparecida.

No Coração da Virgem Imaculada.


Ps.: Esta mesma procissão ocorrerá em diversas partes de Minas Gerais, sobretudo em Betim - MG e Sete Lagoas/MG, ao mesmo tempo e modo.

sábado, 6 de outubro de 2012

COMO REZAR O SANTO ROSÁRIO EM LATIM




O Santo Rosário
Em Português e em Latim

Divino Jesus, nós Vos oferecemos este Santo Rosário que vamos rezar, contemplando os mistérios de nossa Redenção.Concedei-nos, pela intercessão de Maria, vossa Mãe Santíssima, a quem nos dirigimos, as virtudes necessárias para bem rezá-lo e a graça de ganhar as indulgências anexas a esta santa devoção.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Cruz: Árvore frondosa



Santa Ângela de Foligno dizia: “Quero, continuamente, voltar-me para vós e percorrer os caminhos da paixão e da cruz”.

Aquele que caminha longe de Cristo Jesus busca uma vida fácil, cômoda, possui a alma vazia e o coração angustiado.

Será que esse infeliz não pensa na hora da morte? Aquele que fugiu o tempo todo da cruz de Nosso Senhor sabendo que é ela a escada do céu… e preferiu voluntariamente a porta larga e o caminho espaçoso, com certeza terá um julgamento terrível.

Quem não quis sofrer por amor a Cristo e que correu das cruzes para viver no comodismo, terá uma triste surpresa na hora do juízo.

O céu é a Pátria dos valentes… dos que carregam a cruz com alegria e paciência.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

O QUE LÚCIA DISSE.


Os últimos tempos do mundo

A Irmã Lúcia de Fátima avisou-nos que estamos nos últimos tempos. Apresentamos aqui extratos das suas declarações ao Padre Agustín Fuentes, na última vez em que pôde falar livremente, antes de funcionários do Vaticano lhe terem dado ordem para não falar sem autorização prévia.

«Senhor Padre, a Santíssima Virgem não me disse que estamos nos últimos tempos do mundo, mas fez-mo compreender por três razões.»

PIEDOSO EXERCÍCIO DE PREPARAÇÃO PARA UMA BOA MORTE


                                         ( São José, Padroeiro da boa morte, rogai por nós) 

“Estais preparados, porque o Filho do Homem virá na hora, em que menos pensardes” (Lc 12, 40)

“A morte dos pecadores é péssima” (Ps 33)

“Preciosa é aos olhos do Senhor a morte dos seus Santos” (Os 115)

“Bem Aventurados os mortos que morrem no Senhor, porque as obras deles os seguem” (Apoc 14, 13)

Nota: A nossa eterna salvação depende da graça de uma boa morte. Para conseguir esta graça, deves suplicar muitas vezes a misericórdia divina com fervorosas orações, e fazer, de vez em quando, uma preparação prática para a morte. Não julgues, que este exercício piedoso e salutar torne a tua vida triste e amarga. Pelo contrário, te trará tranqüilidade de espírito, paz da alma, consolação inefável e grande alívio na hora de tua morte. A lembrança da morte preservar-te-á de pecados, dar-te-á força contra as tentações; teu fim será precioso e o trânsito feliz à vida eterna, enquanto que a morte dos que não se preparam, é péssima e porta do inferno. “Vigiai, porque não sabeis, quando o Senhor virá!” Escolhe, pois, um dia em cada mês para consagra-lo ao negócio de tua eterna salvação. Livra-te, quanto possível, dos negócios temporais, e recebe nesse dia os Sacramentos da Confissão e da Comunhão, com muita devoção, como se fora a última vez. Depois, numa meia hora mais livre e tranqüila, recolhe-te na presença de Deus, no teu quarto ou na Igreja diante do tabernáculo, lembra-te vivamente de tua morte e da última agonia, e reza com toda a atenção e devoção os seguintes atos e orações que então nos horrores da morte talvez não possas fazer.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

O Católico e o Sofrimento


Por Gustavo Corção

Pode-se dizer que o católico, na medida em que é fiel e coerente, possui um equilíbrio, uma paz interior que o homem do mundo desconhece; mas essa paz não quer dizer ausência de sofrimento. Seria mais acertado dizer que o católico, na medida em que progride no caminho que Deus lhe propõe, alarga na alma espaços novos para a dor. Como no seu próprio Filho, com o suor sanguíneo, preparou a pele para a subsequente flagelação, assim também a nossa é preparada, é enriquecida com um grau de sensibilidade que o mundo não suspeita. O católico na medida em que procura ser o que é, aprende a sofrer como o músico aprende a ouvir e o pintor aprende a ver. [...]

Por que vou a Roma?


Conferência dada aos seminaristas de Ecône.

Queridos amigos, antes de continuar com as poucas explicações e colóquios que pude ter aí, em Roma, queria mesmo assim precisar um pouco o porquê das tentativas que estou fazendo.

Temo que entre os senhores existam alguns que não o compreendam bem, e que inclusive não o compreendam em absoluto. Lamento-o porque – digo francamente – acredito que seja uma tendência ao cisma. Aqueles que acreditam que já não se deve ter mais nenhum contato nem com Roma, nem com os bispos, nem com tudo o que se faz na Igreja, têm uma tendência cismática. Pois bem, eu não quero ir em direção ao cisma. Quero continuar sendo “homem da Igreja”, e se na Igreja se encontram dificuldades, perigos, provas, dores, isso não dá motivo para dizer: “Agora vou embora, saio, deixo. Que façam o que quiserem. Eu me desvinculo desse. Vou embora”. É uma postura cismática. Vão a que Igreja? Aonde? A quem? Não importa. Não há mais autoridade, não há nada, nada, nada, nada.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Mensagem das almas do purgatório


Os fiéis defuntos
Através da devoção e da piedade pelas 
almas do purgatório (umbral), 
ocorreram os fenômenos que 
ficaram conhecidos como 
"mãos de fogo".Convidadas, através dos fiéis, 
a se manifestarem, as almas provocaram o 
surgimento de pequenas mãos 
impressas como que a fogo em
tecidos e papéis, lenços e livros.
As almas do purgatório, ao longo da história da Igreja, têm se manifestado às pessoas piedosas, com a permissão de Deus. O motivo é simples: procuram sempre oração para o alívio de seus sofrimentos, enquanto expiam, lentamente, todos os pecados cometidos na Terra. As revelações a respeito deste lugar são fascinantes, elas não conseguem rezar por si mesmas e, por isso, precisam de nossas orações aqui na terra. Além disso, protegem de maneira especial aqueles que delas se lembraram e, depois que entram para a Glória Eterna, tornam-se os seus intercessores.


 Oremos pelos fiéis defuntos

Que ninguém se justifique por não orar pelas almas do purgatório com a excusa de que será desamparado. Orar pela salvação das almas é orar pela própria salvação. Muito se tem relembrado, na tradição da Igreja, que o zelo pelas almas do purgatório é de suma importância. Se assim não o fosse, a própria Virgem Santíssima não teria olhado de maneira especial para elas e não teria nos ensinado a rogar por todas as almas, junto com a Santa Igreja, através do Rosário. Interceder pelos fiéis defuntos é um dom especial, pois, assim fazemos por eles aqui na terra o que eles não podem fazer por si mesmos no Purgatório, lugar de indizíveis sofrimentos.
Maria Simma, mística austríaca, recebeu um dom particular de Deus que é o de receber a visita das almas do Purgatório, as quais lhe revelaram coisas fascinantes a respeito deste lugar. Elas lhe disseram coisas sobre o imenso poder que possuem os vivos de aliviar os sofrimentos dos defuntos e de receber, em troca, numerosas ajudas e benefícios, tanto nesta vida como na outra. Segundo ela, devemos fazer muito pelas almas do Purgatório, pois elas ajudam-nos por sua vez. "É preciso ter muita humildade, que é a melhor arma contra o Maligno. A humildade expulsa o mal". Maria também alega que, no Purgatório, não se podem ganhar méritos, só o podemos fazê-lo aqui na terra. "No momento da morte os méritos terminam. Enquanto vivos na terra, pode-se reparar o mal que se fez. As almas do Purgatório invejam-nos por causa desta possibilidade. Até mesmo os Anjos têm "ciúmes" de nós, pois temos a possibilidade de crescer enquanto ainda estamos na Terra¹".