sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

A iminente revanche de Lutero? Vaticano irá comemorar os 500 anos da Reforma em 2017


Como venho vaticinando a meus botões desde que Bento XVI plantou aquela árvore em homenagem ao herético Martinho Lutero, ainda veremos esse crápula alçado às honras dos altares, como o "Santo da Reforma da Igreja de Cristo"! Ele que, segundo a História, morreu em fedor de pecado.


Essa conversa sobre as "comemorações" dos 500 anos da Reforma vêm desde então, jogadas na mídia, aqui e ali, para que o povo vá se acostumando. Ouviremos falar sempre mais nisso, e com argumento falaciosos sempre "melhores".

A Reforma, que foi combatida por Papa e por Santos durante 500 anos, foi tratada com muita displicência nos últimos séculos, com tolerância maligna. Renasceu no Concílio Vaticano II, e hoje já a vemos se tornar emancipada na Igreja de Francisco.

O católico médio não conhece sua Fé, não estuda a sua Doutrina, nem seu Catecismo. Sabe tudo sobre as celebridades e nada sobre os Santos. Acompanha cada capítulo dessas novelas licenciosas e não sabe sequer quem é o santo do dia. Conhece e defende os dogmas da modernidade - Evolucionismo, "é o mesmo Deus para todas as religiões", Direitos Humanos etc. - mas, além de não saber quantos e quais são os Dogmas de Fé Católica, não acredita mais que sejam Verdades Reveladas por Deus e, portanto, podem ser discutidos, opinados e, mais, de livre escolha de aceitação ou não, baseados em uma errônea compreensão do que seja o livre arbítrio.


O católico médio, aquele que não perde a Missa de domingo, onde extravasa a tensão da semana com as batições de palmas bem ao gosto dos protestantes, foi se acostumando a ser protestante, antes de ser doutrinado a ser protestante. O quadro, hoje, é assombroso. Você lhe expõe os fatos e ele consegue até acompanhar, mas quando você chega ao assunto "Papa Francisco" a coisa empaca. Paradoxalmente. Absurdamente. Sim, porque quando o Papa dizia que não pode usar camisinha, pílula e fazer aborto, o católico médio se dava ao direito de discordar dele, porque acha realmente que isso é um assunto que diz respeito ao indivíduo, e que a Igreja não deve opinar. Mas quando o Papa diz que Deus não é católico, que os muçulmanos devem estudar o Corão para fortalecer a Fé, que ele não pode julgar um gay, que não se deve converter os não católicos porque Deus salvará a todos..., o tal católico médio concorda, porque pensa que isso não "invade sua privacidade", e de certa forma isso não o atinge pessoalmente. Mala tempora currunt!

Enfim, vale a pena ler estas considerações, para que não nos tornemos insensíveis a elas, como o católico médio, o morno dos Evangelhos.

Fonte: PaleIdeas

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